Eirunepé: Chega de Humilhção !
Xingar e ofender os Praças e cabos da Polícia Militar da 1ª. Companhia Independente de Polícia Militar de Eirunepé/Am, virou rotina por parte do comandante Major Clédson Glauber da Silva. Tudo começou numa prática de educação física durante uma partida de Futsal que aconteceu no ginásio Gilberto Mestrinho.
Como até hoje, nunca se ouviu falar que um oficial foi punido na Polícia Militar pela Corregedoria Militar, os policiais resolveram procurar seu representante no Parlamento Estadual, Deputado Cabo Maciel para formalizar a queixa ao comando.
Acrescentaram ainda os queixosos que os praças passam por condições desumanas, a escala de serviço é 24 por 48 horas com reforço, além do mais, não tem lugar adequado pra descansar, porque a polícia militar até hoje não tem sede própria.
O que a vítima deve fazer?
· Resistir: anotar com detalhes toda as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário).
· Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já sofreram humilhações do agressor.
· Organizar. O apoio é fundamental dentro e fora da empresa.
· Evitar conversar com o agressor, sem testemunhas. Ir sempre com colega de trabalho ou representante sindical.
· Exigir por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P. ou R.H e da eventual resposta do agressor. Se possível mandar sua carta registrada, por correio, guardando o recibo.
· Procurar seu sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instancias como: médicos ou advogados do sindicato assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina.
· Recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social ou psicólogo.
· Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania.


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